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  • Dr. Paulo Ladeira

Como um advogado de família pode me ajudar a combater a alienação parental?

Atualizado: 16 de Out de 2020

As brigas do divórcio podem acabar transbordando para aspectos da vida familiar, prejudicando o futuro da criança. Afinal, o ideal é ou seria que os divorciandos saibam diferenciar as brigas que deram origem ao fim do relacionamento da função parental que terão a partir do fim do relacionamento.

A criança percebe quando essa superação não ocorre. Ela pode estar em um passeio, divertindo-se muito com o pai, e comendo, por exemplo, um algodão doce. Assim que vê a mãe chegar, por já ter percebido que não lhe agrada ver seu filho feliz com o pai, a criança joga o doce no chão e começa a fazer birra.

Com isso não quero dizer que apenas os pais sofrem alienação parental. Isso também ocorre com as mães. Se uma guardiã recebe seu filho da visitação e ele chega bravo, batendo as portas e respondão, se acalmando apenas no dia seguinte, temos um sinal forte aqui. A criança não tem capacidade emocional para segurar toda a energia negativa que deve ter recebido em uma visita, do pai falando mal de sua ex-esposa. Um adulto não teria, para dizermos a verdade.

Outra história que já foi mencionada em novela é do pai que, sabendo não poder levar a criança para viajar em período extremamente inconveniente, cria essa expectativa na criança, para poder culpar a mãe pela inocorrência da viagem. Tão grave quanto o caso da genitora que não permite a viagem em momento conveniente, sem que haja justa causa.

O advogado especialista em direito familiar, como é o meu caso, possui uma enorme experiência de vários divórcios, o que lhe permite orientar os clientes muito adequadamente em casos de alienação parental.

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